domingo, 10 de junho de 2018

Refletindo a Liturgia: Solenidade da Natividade de São João Batista - 24 de Junho 2018

Ano B - Cor: Branco

12º. Domingo do Tempo Comum

Solenidade da Natividade de São João Batista

Primeira Leitura

Eu te farei luz das nações

Leitura do Livro do Profeta Isaías                   49,1-6

1 Nações marinhas, ouvi-me, povos distantes, prestai atenção: o Senhor chamou-me antes de eu nascer, desde o ventre de minha mãe ele tinha na mente o meu nome; 2 fez de minha palavra uma espada afiada, protegeu-me à sombra de sua mão e fez de mim uma flecha aguçada, escondida em sua aljava, 3 e disse-me: "Tu és o meu servo, Israel, em quem serei glorificado". 4 E eu disse: "Trabalhei em vão, gastei minhas forças sem fruto, inutilmente; entretanto o Senhor me fará justiça e o meu Deus me dará recompensa". 5 E agora diz-me o Senhor, ele que me preparou desde o nascimento para ser seu servo, que eu recupere Jacó para ele e faça Israel unir-se a ele; aos olhos do Senhor esta é a minha glória. 6 Disse ele: "Não basta seres meu servo para restaurar as tribos de Jacó e reconduzir os remanescentes de Israel: eu te farei luz das nações, para que minha salvação chegue até aos confins da terra". Palavra do Senhor! - Graças a Deus!

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Comentário


Eu te farei luz das nações 

É o segundo cântico do servo de Deus. Aqui se descrevem as características da missão profética: desde o início (ventre), o Servo recebe a missão (o nome) de anunciar a palavra de Deus para reunir e restaurar seu povo disperso. Essa restauração implica reunir e organizar o povo, liderando-o no movimento da libertação: isso implica a reorganização político-social e a justa distribuição de terras. Mas a missão do Servo ultrapassa as fronteiras de uma nação, pois fará com que o povo da aliança se torne luz para os outros povos. Há na obra de salvação realizada por Jesus um paradoxo, cuja explicação nos devolve necessariamente ao irrepreensível poder de Deus. Sob o aspecto humano, a vida de Jesus se encerra com um xeque radical. Ninguém como ele pôde dizer: "Esforcei-me em vão, em vão e por nada consumi minhas energias" (versículo 4). Ninguém jamais falara como ele, ninguém jamais praticara em favor dos pobres obras como as suas. Entretanto, ao pé da cruz havia apenas um grupo exíguo de pessoas fiéis. Contudo, exatamente por causa deste seu aniquilamento, tornou-se a luz dos povos e levou a salvação até às extremidades da terra (versículo 6). Sinal do Cristo, a Igreja deve dispor-se a repetir visivelmente o mistério, rejeitando toda lógica de força, poder e prestígio. A salvação não chega aos homens em proporção da eficiência e do saber estratégico do povo de Deus; vem de uma decisão do Pai, e manifesta-se ao mundo, sobretudo onde é capaz de entrar o amor, para vantagem dos outros, na treva do fracasso e na humilhação da derrota.

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Salmo Responsorial    -    Sl 138(139),1-3.13-14ab.14c-15        (R. 14a)

R. Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes!

1 Senhor, vós me sondais e conheceis, 2 sabeis quando me sento ou me levanto; de longe penetrais meus pensamentos, 3 percebeis quando me deito e quando eu ando, os meus caminhos vos são todos conhecidos.   (R)

13 Fostes vós que me formastes as entranhas, e no seio de minha mãe vós me tecestes. 14a Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, 14b porque de modo admirável me formastes!     (R)

14c Até o mais íntimo, Senhor, me conheceis; 15 nenhuma sequer de minhas fibras ignoráveis, quando eu era modelado ocultamente, era formado nas entranhas subterrâneas.    (R)

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Comentário

É Deus que revela quem somos

Meditação em estilo sapiencial. A pessoa se encontra na mesma situação em que se acham os autores dos salmos 17 e 27: é levada ao Templo para ser examinada pelo Senhor durante a noite e, pela manhã, receber a sentença.

Examinado por Deus, o salmista descobre que Deus o conhece melhor do que ele próprio. Apavorado diante disso, ele pensa em fugir. Mas onde? Deus se encontra em todos os lugares. O salmista descobre que Deus está mais presente a ele do que ele próprio está presente a si mesmo. É o centro do salmo: Deus conhece e está presente ao homem mais do que este a si próprio. Afinal, Deus é o mistério que está na fonte e no fundo de toda a vida; ele forma, não só o corpo, mas também o interior e até a história pessoal, que ultrapassa a compreensão do próprio homem.

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Segunda Leitura

Antes que Jesus chegasse, João pregou um batismo de conversão

Leitura dos Atos dos Apóstolos                     13,22-26

Naqueles dias, Paulo disse: 22 "Deus fez surgir Davi como rei e assim testemunhou a seu respeito: 'Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que vai fazer em tudo a minha vontade'. 23 Conforme prometera, da descendência de Davi Deus fez surgir para Israel um salvador, que é Jesus. 24 Antes que ele chegasse, 'João pregou um batismo de conversão para todo o povo de Israel. 25 Estando para terminar sua missão, João declarou: 'Eu não sou aquele que pensais que eu seja! Mas vede: depois de mim vem aquele, do qual nem mereço desamarrar as sandálias'. 26 Irmãos, descendentes de Abraão, e todos vós que temeis a Deus, a nós foi enviada esta mensagem de salvação". Palavra do Senhor! - Graças a Deus!

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Comentário

Da descendência de Davi Deus fez surgir para Israel um salvador, que é Jesus

O primeiro discurso de Paulo reflete a estrutura da sua catequese. A idéia-chave é a salvação, fruto da ressurreição de Cristo. A história de Israel, conduzida por Deus, é um passado de promessas em tensão para o seu cumprimento. É em Jesus que Deus as cumpre, transformando a história passada num presente que antecipa todo o futuro. Embora conhecendo as promessas, as autoridades de Israel rejeitaram Jesus e o mataram. Deus, porém, o ressuscitou, tornando-o salvador de todos os homens. É o que as escrituras anunciam e os apóstolos testemunham. A profissão de fé expressa catequese não é teoria abstrata; é experiência profundamente ligada à história, na qual se revela o acontecimento salvífico e na qual Deus nos chama para construirmos o futuro libertador antecipado em Jesus ressuscitado. É este o primeiro exemplo que possuímos da "catequese" de Paulo. O cristianismo não é uma ideologia, nem uma doutrina; é uma história de salvação, que tem em Jesus seu cumprimento. Por isso os acontecimentos do passado serão lidos como algo que compromete o presente, porque também nós nos tornamos protagonistas. Quando se fala de Abraão, Moisés, Samuel..., na realidade se fala de cada um de nós. Sua fé é nossa fé, sua história se entrelaça com a nossa vida. Estudar a Bíblia não significa, pois, comentar este livro como se pertencesse ao passado; o verdadeiro modo de ler a Bíblia, especialmente o evangelho, é torná-lo continuamente "novo", redescobrindo a atualidade de Cristo ressuscitado. Descobre-se a atualidade do mistério de Cristo a partir da situação concreta do mundo de hoje, dos problemas que agitam o homem moderno.

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Aclamação ao Evangelho                   Lc 1,76

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

V. Serás chamado, ó menino, o profeta do Altíssimo: irás diante do Senhor, preparando-lhe os caminhos.    (R)

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Evangelho

De fato, a mão do Senhor estava com ele



Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas     1,57-66.80

57 Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. 58 Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. 59 No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60 A mãe, porém, disse: “Não! Ele vai chamar-se João". 61 Os outros disseram: "Não existe nenhum parente teu com esse nome!" 62 Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63 Zacarias pediu uma tabuinha e escreveu: "João é o seu nome". E todos ficaram admirados. 64 No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. 65 Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judéia. 66 E todos os que ouviam a notícia, ficavam pensando: "O que virá a ser este menino?" De fato, a mão do Senhor estava com ele. 80 E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel.  Palavra da Salvação! - Glória a Vós, Senhor!

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Comentário

João é o seu nome

O nome de João (= Deus tem piedade) é o sinal que evidencia o projeto de Deus sobre a criança e sua missão. Lucas, de maneira original, começa seu evangelho com as narrativas de infância de João Batista e de Jesus. Estas narrativas se iniciam com os anúncios dos nascimentos dos meninos, feitos a Zacarias, esposo de Isabel, e a Maria. E terminam com as narrativas do nascimento dos dois, João Batista e Jesus. Com tais narrativas Lucas acentua de maneira convincente a íntima relação entre as missões proféticas de João e de Jesus. O ministério de Jesus inicia-se a partir de seu encontro com João Batista, e o conteúdo do anúncio de Jesus assemelha-se ao do João Batista. No Segundo Testamento, depois do nome de Pedro, o nome de João Batista é o que mais aparece nos textos, ultrapassando muito as demais ocorrências dos nomes dos próprios apóstolos. Zacarias era sacerdote do Templo de Jerusalém. João, filho único, deveria receber o nome do pai, bem como manter a sua linhagem sacerdotal hereditária. Contudo, conforme o anúncio do anjo, o nome que lhe dão é João. Um nome diferente que já prenuncia a ruptura com o sacerdócio e com o Templo de Jerusalém. João atuará como profeta nas regiões desérticas da Judéia, longe de Jerusalém. Chamado desde o seio materno para sua missão profética, João foi associado ao servo do livro de Isaías (primeira leitura). Ele abre os horizontes para a missão universal de Jesus, sem fronteiras nacionalistas ou raciais. João se caracteriza pelo seu batismo de conversão (segunda leitura). É a conversão à justiça, pela qual o pecado é superado. Jesus, assumindo em si todos os valores humanos, proclama a conversão à justiça como o ingresso no Reino de Deus, já presente entre nós. É o mundo novo, revestido de imortalidade e eternidade, no amor e na misericórdia. Com o nascimento de João Batista, temos uma nova etapa na realização do projeto libertador e vivificante de Deus, já iniciado com as concepções de Isabel e Maria. A concepção de Isabel, em idade tardia e o nome comum "João" atribuído ao menino, sem semelhantes entre os parentes, ferindo a tradição sacerdotal, apontavam para uma vocação profética extraordinária do menino. Longe do Templo, nos desertos, João viverá, fortalecido pelo Espírito. João abre os horizontes para a missão universal de Jesus, sem fronteiras nacionalistas ou raciais. Jesus, em seu ministério, consagra o anúncio do Reino de justiça e do perdão inaugurado por João.

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Oração

Pai, toma-me sob a tua proteção e robustece-me com o teu Espírito, de modo que eu possa cumprir, com coragem e fidelidade, as tarefas do Reino que me são confiadas.

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APROFUNDANDO NA PALAVRA

São João Batista

"Poucos santos foram e são tão populares em todo o mundo cristão como o santo que hoje festejamos. Cantos, danças folclóricas, fogueiras e quadrilhas, foguetes além das procissões e mastros, são os aspectos típicos da festa de João Batista". 

Ele é o único santo, além de Nossa Senhora, em que se festeja o nascimento, porque a Igreja vê nele a preanunciação do Natal de Cristo. 

Os evangelistas apresentam com todo rigor a figura de João como precursor do Messias. Seu nascimento e missão foram anunciados pelo Anjo Gabriel ao pai Zacarias (Lc 1,5-25). Na circuncisão ele recebeu, por inspiração divina, o nome de João. Ele era seis meses mais velho do que Jesus, mas iniciou sua pregação pública à beira do rio Jordão, alguns anos antes de Cristo dar início à própria missão. 

O evangelista São Lucas assim resume a infância de João: "O menino foi crescendo e fortificava-se em espírito, e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel" (Lc 1,80).

Há autores que dizem que João se teria unido à seita dos essênios, tipo de monges rigoristas que viviam no deserto à beira do Jordão ou do Mar Morto, em forma comunitária, entregues à oração e à penitência

O Evangelho apresenta João Batista por ocasião do batismo de Jesus. Com palavras incisivas e vibrantes, pregava a necessidade da conversão e do batismo de penitência. Suas palavras eram duras e veementes. Insistia com rigor na necessidade do fiel cumprimento dos deveres de estado. Argumentava com a proximidade da vinda do Messias prometido e tão esperado. 

A originalidade deste profeta era o convite a receber a ablução com água no rio Jordão, prática chamada batismo, e daí o apelido de Batista. 

Sua pregação atraía muitas pessoas impressionadas pelas suas palavras e pelo seu exemplo de vida austera. O próprio Evangelho diz que ele vestia rude pele de camelo e alimentava-se com gafanhotos e mel silvestre. 

João, em sua pregação, descreve, com figuras apocalípticas, o juízo iminente de Deus e exorta a todos à penitência dos pecados como única forma de escapar da ira de Deus. Ao ver muitos fariseus e saduceus, que vinham para serem batizados, disse-lhes: "Raça de víboras, quem vos ensinou a escapar da ira iminente? Fazei, portanto, frutos dignos de conversão e não julgueis que vos basta dizer: 'Temos por pai Abraão', pois eu vos asseguro que Deus tem o poder de suscitar destas pedras verdadeiros filhos de Abraão. O machado está posto à raiz das árvores e toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada ao fogo" (Mt 3,7). 

João Batista teve a sorte de batizar o próprio Cristo, embora protestasse ser indigno de desatar-lhe as sandálias. Ele apresentou oficialmente Cristo ao povo como Messias, com estas palavras: "Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo... Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo" (Mt 3,11). 

João morreu mártir pela fidelidade à sua missão de profeta, em denunciar publicamente o adultério de Herodes, que vivia em forma escandalosa com sua cunhada Herodíades. João foi preso, encarcerado na fortaleza de Maqueronte e, mais tarde, degolado a pedido da esposa adulterina de Herodes. Seus discípulos recolheram o corpo e lhe deram honrada sepultura. 

O maior elogio dado a São João foi o de Jesus que o definiu: "Ele é mais do que um profeta. Jamais surgiu entre os nascidos de mulher alguém maior que João Batista. Contudo, o menor no Reino de Deus é maior do que ele" (Mt 11,11). João, de fato, pertence ao Antigo Testamento e nós ao Novo. Quem viver plenamente a redenção que nos vem de Cristo, já é maior, pela graça, que o profeta João! 

Deste grande profeta posto entre o Antigo e o Novo Testamento é conhecida a festa no dia 24 de junho: aquele é o dia do nascimento, celebrado com grande solenidade, pois é a aurora da vinda de Cristo; 29 de agosto é o dia de sua morte por degolação. 

João Batista é o protótipo do profeta, o homem possuído totalmente pela missão de pregar a Palavra, de anunciar aos homens a vontade divina. Nada pode demovê-lo desta missão, nada intimidá-lo. O próprio Cristo apresentou sua figura como o símbolo vivo da face ascética da religião. 

Certo dia, haviam chegado mensageiros de João Batista propondo a Jesus uma dúvida sobre o Messias. Tendo eles partido, começou Jesus a falar de João: "Que fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Mas que fostes ver? Um homem vestido de roupas delicadas? Mas os que vestem roupas delicadas encontram-se nos palácios dos reis. Mas que foste ver? Um profeta? Sim, eu vos digo, é mais do que um profeta... Na verdade vos digo, dentre os nascidos de mulher nenhum foi maior que João Batista" (Mt 11,7-11). 

A missão de João Batista foi a de precursor do Messias; ele deu testemunho de Cristo pelas altas virtudes, pelas rigorosas penitências, pela palavra vigorosa em denunciar os vícios, as injustiças, animando a sociedade judaica a converter-se a Deus na sinceridade do coração. 

À testa do governo da Galiléia estava Herodes, filho daquele Herodes, chamado o Grande, criminoso e déspota, que viveu ao tempo do nascimento de Cristo. Herodes vivia escandalosamente, tendo raptado Herodíades, esposa de seu irmão Filipe. Essa união ilícita era motivo de grave escândalo no meio judaico. Não havia quem se sentisse com coragem de censurar o monarca. João Batista não podia, como profeta, ficar omisso e declarou publicamente e com toda franqueza: "Não te é lícito viver com a mulher de teu irmão". Herodíades, a mulher escandalosa, não aturou esta censura e prometeu vingança. Conseguiu que Herodes mandasse encarcerar João Batista, apesar de o monarca dedicar, talvez por superstição, grande veneração ao profeta João Batista. 

A morte de João esteve à altura de sua alta missão. O evangelista São Marcos nos descreve este martírio: "Chegou o dia propicio. Herodes, por ocasião de seu aniversário, ofereceu um banquete a seus magnatas e às grandes personalidades da Galiléia. A filha de Herodiades entrou e dançou, agradando a Herodes e aos convivas. Então, o rei disse à moça: 'Pede-me o que bem quiseres e te darei, mesmo que seja a metade do meu reino'. Ela saiu e perguntou à mãe: 'O que é que eu peço?' E ela respondeu: 'A cabeça de João Batista'. Voltando logo à presença do rei fez o pedido: 'Quero que agora mesmo me dê num prato a cabeça de João Batista'. O rei ficou profundamente triste. Mas, por causa do juramento que fizera e dos convivas, não quis deixar de atender-lhe. E, imediatamente, o rei mandou um executor, com ordens de trazer a cabeça de João. Ele foi e decapitou João na prisão e trouxe a sua cabeça num prato e deu-a a menina e esta a entregou à sua mãe. Os discípulos de João souberam disso, foram lá, pegaram o corpo e o colocaram num túmulo" (Mc 6,21-26). 

Jesus chamou João Batista de lâmpada ardente e luminosa: assim foi ele na vida e muito mais no testemunho glorioso de seu sangue.

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Via (Deus Único)

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