ENCONTRO DE CURA E LIBERTAÇÃO

17 DE DEZEMBRO

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Como os cristãos reagiram à exposição do Santander que zombava do cristianismo

Cartões quebrados, contas fechadas, vídeos de repúdio. Vários grupos cristãos denunciaram com vigor a ofensa promovida pelo banco.

A controversa exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, promovida pelo Santander Cultural de Porto Alegre, e que gerou uma série de manifestações de repúdio na internet continua movimentando as redes sociais. Grupos cristãos iniciaram uma campanha com a publicação de fotos de cartões de crédito do Banco Santander sendo quebrados e o compartilhamento de testemunhos de clientes anunciando que estão cancelando suas contas. As reações sinalizam que o caso não será esquecido pelos engajados grupos cristãos que tomaram conhecimento das obras que zombavam de símbolos religiosos, além de promover a pedofilia e a zoofilia.

Confira algumas das reações:

– No domingo, em sua página no Facebook, o senador Magno Malta, presidente das CPI dos Maus-tratos contra Crianças e Adolescentes, divulgou um vídeo em que um morador de Porto Alegre apresenta as obras expostas no Santander Cultural. Malta explica, na publicação, que deve convocar o Banco e os responsáveis pela mostra, para “investigar o uso de recurso público no evento que agride a nação cristã, ameaça crianças, jovens e os bons costumes da família brasileira”. Segundo ele, este é um evento criminoso que faz apologia à pedofilia, que é considerado crime hediondo.
 – No mesmo dia, o Movimento Brasil Livre (MBL) publicou também um vídeo em que mostra seu repúdio à exposição. Kim Kataguiri, um dos líderes do movimento questionou o por quê de artistas quererem mostrar a liberdade de opinião atacando o cristianismo, promovendo a zoofilia e a pedofilia, com o dinheiro público, já que a mostra foi viabilizada por causa da Lei Rouanet, de incentivo à cultura.
 – Já o advogado e consultor jurídico do Democratas, Adão Paiani, divulgou em sua página no Facebook que protocolou uma notícia-crime contra os responsáveis pela exposição, alertando para o fato de que, mesmo com o cancelamento do evento, eles serão responsabilizados criminalmente e o dinheiro dispensado nessa questão será pedido de volta.
 – Carla Zambeli, do movimento “#Nas Ruas”, também demonstrou sua insatisfação com a situação. Em vídeo divulgado na página do grupo no Facebook, ela afirma que os organizadores cometeram um ato criminoso e extremamente ofensivo aos cristãos. “Eu, como cristã tive um sentimento de repúdio. E repudio, principalmente, porque isso foi feito com dinheiro público. Quase um milhão de reais firam gastos com uma mostra que não é de arte, mas sim de ódio”, diz.
 – Também no Facebook, o jornalista Paulo Eduardo Martins trouxe uma lista expondo o nome dos sócios do Banco Santander, como incentivo para que a sociedade cobre deles o reparo do mau que permitiram acontecer.
 – A cantora Marcela Taís, conhecida do público jovem evangélico, também tornou pública sua revolta por meio do Instagram. Ela incentivou seus seguidores a assumirem com coragem uma postura diante do assunto. “O problema não é quando o mal fala, mas sim quando o bem se cala. Cristão não é covarde” 
– No domingo, em sua página no Facebook, o senador Magno Malta, presidente das CPI dos Maus-tratos contra Crianças e Adolescentes, divulgou um vídeo em que um morador de Porto Alegre apresenta as obras expostas no Santander Cultural. Malta explica, na publicação, que deve convocar o Banco e os responsáveis pela mostra, para “investigar o uso de recurso público no evento que agride a nação cristã, ameaça crianças, jovens e os bons costumes da família brasileira”. Segundo ele, este é um evento criminoso que faz apologia à pedofilia, que é considerado crime hediondo.
 – No mesmo dia, o Movimento Brasil Livre (MBL) publicou também um vídeo em que mostra seu repúdio à exposição. Kim Kataguiri, um dos líderes do movimento questionou o por quê de artistas quererem mostrar a liberdade de opinião atacando o cristianismo, promovendo a zoofilia e a pedofilia, com o dinheiro público, já que a mostra foi viabilizada por causa da Lei Rouanet, de incentivo à cultura.
 – Já o advogado e consultor jurídico do Democratas, Adão Paiani, divulgou em sua página no Facebook que protocolou uma notícia-crime contra os responsáveis pela exposição, alertando para o fato de que, mesmo com o cancelamento do evento, eles serão responsabilizados criminalmente e o dinheiro dispensado nessa questão será pedido de volta.
 – Carla Zambeli, do movimento “#Nas Ruas”, também demonstrou sua insatisfação com a situação. Em vídeo divulgado na página do grupo no Facebook, ela afirma que os organizadores cometeram um ato criminoso e extremamente ofensivo aos cristãos. “Eu, como cristã tive um sentimento de repúdio. E repudio, principalmente, porque isso foi feito com dinheiro público. Quase um milhão de reais firam gastos com uma mostra que não é de arte, mas sim de ódio”, diz.
 – Também no Facebook, o jornalista Paulo Eduardo Martins trouxe uma lista expondo o nome dos sócios do Banco Santander, como incentivo para que a sociedade cobre deles o reparo do mau que permitiram acontecer.

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