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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A importância da mesada



O ideal é começar com uma “semanada”, e isso já trará uma série de 



ensinamentos, como lidar com a frustração de querer algo para o qual não tem dinheiro, aprender a esperar e a poupar para atingir o objetivo desejado.


Você sabia que educação financeira é algo que pode começar desde cedo em casa? E que seus filhos podem aprender sobre finanças já a partir dos 4 anos de idade? Mas como é possível começar e de que forma devemos ensinar nossos filhos sobre finanças?
De acordo com a psicóloga Cristiane Alves Lorga, o ideal é começar
com uma “semanada”, e isso já trará uma série de ensinamentos: lidar com a frustração de querer algo para o qual não tem dinheiro, aprender a esperar e a poupar para atingir o objetivo desejado. “É importante que fique claro, tanto aos pais, quanto aos filhos onde e com o quê a criança vai usar a semanada, e ela precisa ser condizente com os custos do filho. Por exemplo, se ela for para compra de lanche na escola, é feito um cálculo real e suficiente para o lanche da semana. Caso a criança queira economizar para compra de algo extra, ela levaria lanche de casa. Outra boa ideia seria sentarem para ajustes mensais, no começo, assim os pais também acompanham a desenvoltura do filho”, conta Cristiane, que ressalta que a semanada deve ser para compra de supérfluos.
“Na infância, esse dinheiro não deve ser para compra de roupas, sapatos e muito menos atividades extras como futebol, natação, inglês. Na adolescência, tudo bem, caso o adolescente prefira comprar roupas de grife, ele pode usar o dinheiro da mesada. Nunca os pais podem trocar a mesada ou pagar pelas obrigações das crianças, como tirar boas notas na escola ou arrumar seu quarto, os seus brinquedos. Esses são deveres das crianças independentemente de mesada”, finaliza.
Ensinando sobre finanças
Mais do que discutir a semanada ou a mesada, é importante que os filhos aprendam alguns princípios financeiros desde cedo. Para Sara Rodrigues, especialista em Finanças e Coordenadora de Cobrança na Dacasa, os pais precisam:
  • Dar noção à criança da diferença entre necessidade e dinheiro;
  • Dar noção do que é caro e barato;
  • Mostre a seu filho como é importante economizar água, luz e telefone, e apresente os resultados da economia;
  • Dar a ele um cofrinho, e ajudá-lo a guardar, para ter noções de poupança;
  • Mas, de fato, a melhor forma de ensinar é ser exemplo. A criança assimila e copia. Além de se tornarem ótimos “fiscais”.
Para ajudá-los na compreensão das finanças, uma boa ideia é levá-los juntos às compras e ao banco, para que vejam como tudo funciona na prática.

A voz das crianças

Uma pesquisa realizada pela Officina Sophia, empresa pertencente a holding HSRSpecialist Researchers, com mil crianças, entre meninos e meninas, na faixa etária entre 7 e 12 anos, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife e Salvador, trouxe informações interessantes sobre finanças. Entre elas, o fato de 92% das crianças afirmarem saber para que serve o dinheiro. Em 69% dos casos, a orientação sobre como utilizá-lo vem dos pais. Para 76% das crianças, o dinheiro é importante, mas há outras coisas mais relevantes na vida.

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