MISSA DO ABRA - TE À RESTAURAÇÃO

27 DE AGOSTO

terça-feira, 14 de abril de 2015

Os 5 maiores arrependimentos das pessoas no leito de morte

Testemunho de uma enfermeira que dedicou sua vida a cuidar de pacientes terminais.

Bronnie Ware é uma enfermeira e escritora australiana que passou muitos anos da sua vida cuidando de pacientes terminais. Ela escreveu um livro intitulado "Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte", que descreve as lembranças da sua vida e como esta foi transformada pelo contato com os arrependimentos dos doentes dos quais cuidou.

"Durante muitos anos, trabalhei na área de cuidados paliativos. Meus pacientes eram os iam para casa para morrer. Alguns momentos incrivelmente especiais foram compartilhados. Estive com eles durante as últimas três a doze semanas de suas vidas."
"As pessoas amadurecem muito quando enfrentam sua própria mortalidade. Aprendi a jamais subestimar a capacidade de uma pessoa de crescer. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um deles experimentou uma variedade de emoções, como é de se esperar: negação, medo, raiva, arrependimento, mais negação e, finalmente, a aceitação. No entanto, cada paciente encontrou sua paz antes de partir, cada um deles", revelou Bronnie.
Quando lhe perguntaram sobre os desejos e arrependimentos que as pessoas tinham no momento da sua morte, ela revelou em seu blog os mais comuns e os que mais a impactaram:
1. Eu queria ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, não a vida que os outros esperavam de mim.
Este foi o lamento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está a ponto de terminar e olham para trás com clareza, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não havia realizado nem a metade dos seus sonhos e tinha de morrer sabendo que isso se devia às escolhas que fizeram – ou que não fizeram.
2. Gostaria de não ter trabalhado tanto.
"Isso foi comentado por todos os pacientes do sexo masculino de quem cuidei", contou a enfermeira. Perderam a juventude dos seus filhos e a companhia de sua esposa. As mulheres também falaram deste pesar, mas, como a maioria dos pacientes era de uma geração anterior, na maior parte dos casos as mulheres cuidavam do lar.
3.  Eu queria ter tido coragem de expressar meus sentimentos.
Muitas pessoas reprimiram seus sentimentos buscando manter a paz com os outros. Como resultado, se conformaram com uma existência medíocre e nunca chegaram a ser o que eram realmente capazes de chegar a ser. Muitas doenças se desenvolveram justamente como resultado dessa amargura e ressentimento que carregavam.
4. Eu queria ter mantido contato com os meus amigos.
Muitas vezes não percebem realmente os benefícios dos velhos amigos, até depois de semanas de convalescência, e nem sempre foi possível localizá-los. Os pacientes tinham estado tão ocupados com sua própria vida, que acabaram deixando que amizades de ouro se apagassem com o passar dos anos.
5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.
Este é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitas pessoas só percebem no final da vida que a felicidade é uma escolha. Percebem que passaram a existência inteira presas a padrões e hábitos antigos. O medo da mudança as fez viver fingindo que estavam contentes, diante dos outros e de si mesmas. 



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